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Tutorial para Registro na Página PELPHi

Tutorial para Registro na página PELPHI – em espanhol

Siga os passos

Marcas de batom no banheiro

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Oi gente!

Nesta semana, meu esposo recebeu de um cunhado uma história bastante interessante que me fez lembrar do poder do convencimento. Há a necessidade de montar uma estratégia sobre como conseguir que alguém faça o que você quer que ela faça. Bom, mas muitas vezes, a primeira tentativa não leva você ao seu objetivo, mas certamente vai levar você a um passo adiante e a isso chamamos sabedoria, experiência e paciência. Se você quer convencer alguém, deve conhecer o que funciona e o que não funciona dentro da comunicação porque essa é a chave: a comunicação inteligente. Leia a história, veja sua moral e deixe seu comentário.


História

Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom. O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom…
Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.
No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram…
No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.
Nunca mais apareceram marcas no espelho!

Moral da história :

  • Há professores e há educadores…
  • Comunicar é sempre um desafio!
  • Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.

 

Por quê?

  1. Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.
  2. Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.
  3. Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.
  4. Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade.
  5. O saber a gente aprende com os mestres e os livros.
  6. A sabedoria se aprende é com a vida e com os humildes.

Muito legal, né?!

Um abraço!
                             Um abraço!

Conto um conto que li

conta um contoConto um conto

Tudo começou com uma grande ideia de uma aluna; ela me disse: «Fabi, poderíamos ler um livro e usá-lo como tema de uma apresentação de pesquisa, o que acha?» Achei o máximo, e aí começou a conto: Meu esposo esteve no mês passado no Brasil e me trouxe uns 10 livros, não são muitos, mas alguns é melhor que nada, certo?! e então tinha uns 5 em casa e estão listados abaixo. Iniciaremos com o nível A3 (Avance 3), mas se outros alunos tiverem interesse, também podem escolher esta opção. Portanto, alunos do PELPHi, aqui lhes deixo a lista dos livros para que escolham, leiam, entreguem-no junto a sua apresentação de pesquisa:

 

1. Admirável Mundo Novo. De: Aldous Huxley. 312 páginas. Editora Globo

É um romance distópico escrito por Aldous Huxley e publicado em 1932 que narra um hipotético futuro onde as pessoas são pré-condicionadas biologicamente e condicionadas psicologicamente a viverem em harmonia com as leis e regras sociais, dentro de uma sociedade organizada por castas.

2. Sentimento do Mundo. De: Carlos Drummond de Andrade. 86 páginas. Companhia das Letras

Os 28 poemas deste livro foram produzidos entre 1935 e 1940 e traz o olhar crítico e político do poeta sobre o mundo que o rodeia. É uma obra que retrata um tempo de guerras, de pessimismo e sobretudo, de dúvidas sobre o poder de destruição do homem.

3. Auto da Compadecida. De: Ariano Suassuna. 186 páginas.

Este livro é uma obra teatral e deve ser escolhida por um grupo que queira dramatizá-la. Aqui estão os vídeos, se quiserem ver o filme primeiro:

4. Meu professor, Meu herói. De: Adelaide Carraro. 104 páginas. Editora Global.

As drogas, infelizmente, continuam a representar um pesadelo na vida de muitas famílias que veem seus filhos presos à abominável teia do vício. Uma história emocionante repleta de momentos de muito realismo que deixa muito claro que o maior barato ainda é viver. Diga não às drogas!

5. Pollyanna. De: Eleanor H. Porter.181 páginas. Companhia Editora Nacional.

É uma comédia publicado em 1913 considerado um clássico infantojuvenil. Poliana, uma menina de onze anos, após a morte de seu pai, um missionário pobre, se muda de cidade para ir morar com uma tia rica e severa que não conhecia anteriormente. No seu novo lar, passa a ensinar, às pessoas, o «jogo do contente» que havia aprendido de seu pai. O jogo consiste em procurar extrair algo de bom e positivo em tudo, mesmo nas coisas aparentemente mais desagradáveis.

6. Ladrões de Tênis. De: Álvaro Cardoso Gomes. 116 páginas.

Nando resolveu viver um dia diferente – sem escola, sem mãe, sem os namorados da mãe. É roubado, troca de roupa com um mendigo, é confundido com trombadinha e fica amigo de um débil mental. Volta para casa com os pés cheios de bolhas, mas feliz. Para Nando tudo aquilo era mais que normal. Nando seria um alienado? Você teria coragem de viver um dia completamente diferente da sua realidade?

7. Felicidade Clandestina. De: Clarice Lispector. 159 páginas.

Lançado inicialmente em 1971, «Felicidade Clandestina» reúne diversos textos de Clarice Lispector que foram escritos em diversas fases da vida da autora. Os textos reunidos nessa obra podem mais facilmente serem classificados como “contos”, mas como Clarice não se prendia a convenções de gêneros, todo o conjunto reunido em Felicidade Clandestina migra de gênero em gênero, ora aproximando-se do conto, ora aproximando-se da crônica, ou por vezes sendo quase um ensaio. De fato, muitos dos textos reunidos neste livro foram publicados como crônicas no Jornal do Brasil, para onde Clarice escrevia semanalmente de 1967 a 1972.

(fonte do extrato: http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/literatura/felicidade-clandestina-resumo-analise-obra-clarice-lispector-703828.shtml)

8. O Guarani. De: José de Alencar. 358 páginas. Literatura no Vestibular.

É um dos maiores romances escritos por José de Alencar. Clique em sinopse para conhecer detalhes do romance.

9. O Pequeno Príncipe. De: Antoine de Saint-Exupéry. 93 páginas.

Assista ao Trailer do Filme dublado em Português:

10. O Alienista. De: Machado de Assis. 59 páginas. Coleção Machado de Assis

Leia a sinopse da obra aqui: https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Alienista

11. A Mão e a Luva. De: Machado de Assis. 59 páginas. Coleção Machado de Assis

Leia a sinopse da obra aqui: https://pt.wikipedia.org/wiki/A_M%C3%A3o_e_a_Luva

12. Marley e Eu – A vida e o amor ao lado do pior cão do mundo. De: John Grogan. 302 páginas. Editora Prestígio

Um abraço!
Um abraço e boa leitura!

 

AVISO IMPORTANTE:

O aluno que receber o livro deverá assinar um contrato de empréstimo e se responsabilizará por entregá-lo no prazo de 7 semanas no mesmo estado em que o recebeu. Se houver qualquer dano físico ou perda do livro emprestado, o aluno estará obrigado a adquirir um novo exemplar e entregá-lo à professora, conforme estipulado no acordo.

PROCRASTINAÇÃO

Procrastinação

postergar; deixar para trás ou em atraso; desdenhar; não fazer caso; deixar de cumprir; adiar…

procrastinar

Na semana passada, um aluno fez uma apresentação oral sobre a procrastinação e eu me senti TO-TAL-MEN-TE identificada com esse «substantivo feminino singular» (assim como minha professora de espanhol da universidade nos dizia para classificar as palavras) em alguns temas em minha vida. Há coisas que realmente queremos fazer para ontem, coisas que nos enchem de entusiasmo e de motivação para iniciar e acabar de uma vez e ter aquele delicioso sentimento de trabalho realizado, de dar um «check» na lista de tarefas; porém, há outras que se pudéssemos ter um clone para mandá-lo fazer enquanto dormimos, tomamos um café ou assistimos a um filme, seria MA-RA-VI-LHO-SO.

Logo, na mesma semana, meu esposo falou para mim de uma música que havia mostrado a seus alunos chamada «melô do preguiçoso» que é a história de um procrastinador inato, que tem preguiça de fazer TUDO, só pensando no trabalho «árduo» que as coisas requerem para ser executadas e aí ele sente lástima de si mesmo e desiste, apesar de que sua mulher completaria parte do trabalho.

Então pensei comigo: «Ei, acho que esse é um recado para mim! Que tal deixar de procrastinar e colocar a mão na massa? Resolver aquelas coisinhas que estão pendentes, que talvez algumas pessoas não saibam, mas você sim sabe, e fica aí deixando o tempo passar e não está fazendo nada?»

E, vejam só, já se passou uma semana, e aqui estou escrevendo sobre a procrastinação sabendo que ainda não resolvi todas as «coisinhas» pendentes que havia prometido a mim mesma realizar. Mas, sabendo que há consequências, muitas vezes negativas na procrastinação, resolvi escrever sobre isso, encorajar-me a buscar uma motivação que me faça entender o porquê e como parar de empurrar certas coisas com a barriga. Eis o que encontrei:

1. 7 dicas para superar a procrastinação (clique)

2. 15 dicas (um pouco mais, né) para parar de procrastinar (clique)

3. Como parar de procrastinar (clique)

4. 5 aplicativos para você parar de procrastinar (clique)

5. Procrastinação – o resultado nada prático da ansiedade (estudo bíblico) (clique)

Para mim, esses conselhos foram úteis e duros ao mesmo tempo, pois sei que devo lutar comigo mesma para vencer esse grande defeito adquirido. E você, procrastina também? O que tem feito para mudar? Isso tem afetado sua vida de uma ou outra forma? Não procrastine! Leia os sites que lhe indico e deixe sua opinião em nosso grupo do WhatsApp 😉

Um abraço e até a próximo post (espero não procrastinar mais isso) – 😉

abraco


Quem ama o feio, bonito lhe parece

Oi gente, ontem subi uma nova música no PELPHi do Seu Jorge (ouça-a aqui) e nela há tem três ditados que trazem um tema bastante interessantes para comentar:

  1. Quem ama o feio, bonito lhe parece
  2. A beleza está nos olhos de quem vê.
  3. A beleza está dentro de você.

É uma maravilha que Deus  tenha nos criado tão diferentes e com gostos tão distintos uns dos outros. Pois, o que seria do feio se não tivesse alguém que gostasse dele ou que o achasse bonito? Agora pensemos, o que é feio? Existe o feio? Pensando bem, acho que não. Porque, em minha opinião, a beleza não deveria ser vista generalizada, deve ser vista em detalhes. Devemos olhar para as pessoas e perceber nelas o que há de bonito, sejam os olhos, narizes, braços, mãos, pernas; porém, o mais importante é «a beleza que está dentro de cada um». Isso se deve a que a beleza (seja ela interna ou externa) é relativa e será avaliada ou não em diferentes aspectos de nossas vidas, dependerá do lugar (cultura) onde estivermos e da posição/cargo que ocupamos no mercado de trabalho. A seguir, listo algumas áreas, opiniões e links para você tirar suas próprias conclusões:

a) Profissionalmente – Após ler um pouco mais sobre a beleza no mercado de trabalho, percebi que algumas empresas determinam a contratação ou não do candidato com base em sua percepção de belo e o que isso pode trazer para sua organização. O que para algumas pode ser positivo, porque pode atrair a admiração e a atenção para um determinado cargo, para outras pode ser negativo porque pode distrair, despertar inveja ou discriminação de outros funcionários, atrapalhando a dinâmica da organização (!) (chega a ser filosófico: ser ou não ser bonito, eis a questão, hahaha). Porém, segundo  Mario Persona, um professor, consultor e professor de comunicação no Brasil, em seu vídeo sobre Marketing Pessoal (assista-o aqui) é até importante cuidar de seu aspecto físico (algo diferente de beleza, certo?!), mas isso não é primordial, pois em uma conversa, palestra e/ou entrevista, a pessoa deve demonstrar que tem algo na cabeça. Conclusão: a beleza é boa, mas não é vital para se contratado e tampouco para se manter em um cargo.

b) Culturalmente: É sabido que a beleza é relativa dependendo da cultura de um país. Em um trabalho da fotógrafa Mihaela Noroc mostra-se a beleza em diferentes culturas e como ela também pode ser diversa – veja o perfil dela no Face The Atlas of Beauty e as fotos desse trabalho; vi também no site Mundo Estranho onde se fala sobre «estranhos» padrões de beleza, deixando claro a conclusão de que a beleza é TO-TAL-MEN-TE relativa. (eu, por exemplo, me acho linda! hahaha)

c) Socialmente – Há, inclusive, um projeto bem legal de uma amiga brasileira chamado «Somos como somos», que faz um alerta às pessoas sobre o mal que é ser conduzido a uma crença de que a beleza estampada nas capas de revistas e propagandas é a correta, fazendo com que as pessoas (a maioria dos seres mortais) se sintam completamente fora de contexto e acabam acreditando que sua beleza é, na verdade, feiura. O projeto tenta quebrar esse paradigma e dizer que em todo ser humano há beleza e que todas as marcas em nossos corpos contam a história da nossa vida: bela que só ela.

Assista aqui ao vídeo do «Somos como Somos» por Marcia Silva e também tire suas próprias conclusões.

 Minha conclusão é que não existe o feio, mas uma perspectiva distinta das pessoas que nos veem.

E, para você? O que opina sobre o tema? Deixe seu comentário no blog 🙂

DICA DE PORTUGUÊS – PRONOMES INDEFINIDOS – Base_3

PRONOMES INDEFINIDOS: TODO(S), TODA(S) e TUDO

Para o falante da língua castelhana, poder ser complicado definir quando utilizar TODO e TUDO porque em sua língua somente existe TODO para TODO. Então como usá-lo? Veja como é simples:

Os pronomes indefinidos TODO(S) e TODA(S) são variáveis e devem ser usados quando há um substantivo relacionado a eles ou um adjetivo que os complete. Observe:

Na música temos: «TODA PELE é preta» = usamos TODA porque está relacionado ao substantivo feminino PELE.

Na música temos: «TODO O MUNDO é baiano»  = usamos TODO porque está relacionado ao substantivo masculino MUNDO.

ATENÇÃO: O pronome indefinido TODOS deve ser usado quando a oração se refere às pessoas, mas não explicitamente. Exemplo: TODOS estiveram presentes na festa. (como observado, o verbo está conjugado na terceira pessoa do plural, deixando claro a presença, ainda que não explicitamente, de um sujeito. Daí o uso do pronome TODOS).

O pronome indefinido TUDO é invariável (não muda) e deve ser usado quando não há nenhum substantivo relacionado a ele ou se fala em termos gerais. Observe nas seguintes frases:

a) TUDO bem com você? = Aqui usamos o pronome indefinido invariável porque falamos em termos gerais.

Para usar os pronomes variáveis teríamos que incluir um substantivo a eles relacionados, como: TODAS as coisas em sua vida estão bem? TODOS os âmbitos de sua vida estão em ordem?

b) Não tenho TUDO o que você me pediu, mas acho que o que temos nos servirá por agora.

Para usar os pronomes variáveis teríamos que incluir um substantivo a eles relacionados, como: Não tenho TODOS os ingredientes que você me pediu. Não tenho TODAS as coisas que você me pediu.

Espero que TUDO esteja claro agora. Que tal fazer uma prática? Escolha a opção correta para substituir o asterisco (*) nas frases a seguir:

1. Vocês têm que tirar da casa * as cortinas, * os tapetes e * o que provoque alergia na criança.

 
 
 

2. Não acredito que * isso deverá estar na sala em 5 minutos! Precisaremos de * a ajuda possível.

 
 
 

3. Perdemos * a informação que tínhamos no computador? O que houve?

 
 
 

4. – O que vamos usar nesta receita?

– Vamos usar * o que está em cima da mesa.

*?! Que montão de ingredientes!

 
 
 

5. * devem estar ansiosos por sua visita.

 
 
 

6. * o que foi dito era verdade. * os presentes testemunharam o fato.

 
 
 

7. * isso servirá para a aprendizagem de vocês.

 
 
 

8. Nem * estavam preparados para ver aquela cena chocante.