Esta música levantou várias hipóteses sobre a história por trás da letra e na que eu acreditava há uns momentos antes de postá-la foi que o autor tinha uma esposa que estava grávida e que, nascer sua filha, morre tanto a esposa quanto a filha, deixando claro o verso: “e o meu jardim da vida ressecou, morreu, do pé que brotou Maria, nem Margarida nasceu”. Porém, hoje assisti a um vídeo do próprio Djavan declarando ser apenas uma letra criada, mas não vivida por ele. Então fica para vocês, a letra, a melodia, o pretérito perfeito e a desmitificação da história 😉